Um poema para desfazer a ilusão

Debaixo de terras vulcânicas
Aquelas que o vulcão secou
Ao devastar está ele
Ancião de si mesmo
Criador de sua própria tradição
Somente a ponta de seus dedos
Permanecem para fora da terra
Como a sentir o medo ecoar
Debaixo de terras vulcânicas
Daquelas que o vulcão devastou
Ao secar moldou ele
Virtude de si mesmo
Inventor de seus próprios dedos
Redirecionou a tradição
Com medo de sentir o eco